Como um dos destinos mais procurados do Brasil, Florianópolis é conhecida por suas belezas naturais, praias, segurança e qualidade de vida. Não é à toa que a cidade está atraindo cada vez mais pessoas que buscam uma rotina mais equilibrada entre trabalho, lazer e contato com a natureza.
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Se você é uma dessas pessoas que está pensando em morar na Ilha da Magia, mas quer saber qual é o custo de vida da capital catarinense, continue lendo este artigo. A seguir, apresentamos um panorama da vida em Floripa, abordando despesas como moradia, alimentação e transporte. Confira!
Moradia: como está o mercado imobiliário em Florianópolis?

A moradia costuma ser o fator mais relevante no custo de vida de qualquer cidade, e em Florianópolis não é diferente. A capital conta com bairros de perfis diversos, desde os mais populares até os mais nobres, o que faz com que os valores variem bastante.
Com a chegada de novos moradores e a alta procura por imóveis para alugar, principalmente, o mercado imobiliário local anda bem aquecido. Em 2024, o setor encerrou o ano em alta, tornando Floripa uma das cidades mais caras para se viver no Brasil. Segundo o índice FipeZap+, o preço médio do aluguel residencial na capital catarinense atingiu R$ 54,97 por metro quadrado, representando um aumento de 10,39% ao longo do ano.
Essa pesquisa também demonstrou que a preferência por imóveis compactos, como studios e apartamentos de um dormitório, tem se destacado, especialmente entre estudantes e jovens profissionais, devido aos valores mais acessíveis de aluguel. Confira agora os bairros com maior valorização para a locação segundo o índice FipeZap+:
- Trindade: R$ 61,8/m², com alta de 29,9% em 2024;
- Centro: R$ 58,1/m², aumento de 9,5%;
- Agronômica: R$ 55,0/m², com redução de 7,6%;
- Itacorubi: R$ 53,9/m², alta de 10,1%;
- Córrego Grande: R$ 53,4/m², aumento de 14,0%.
Imóveis mobiliados e próximos das universidades costumam ser mais caros. Além disso, durante a alta temporada (dezembro a março), os valores podem subir bastante, especialmente nas regiões próximas das praias.
Custos de alimentação: mercado e restaurantes

O custo da alimentação em supermercados em Florianópolis pode variar de acordo com a região da cidade e com o perfil de consumo, mas, em média, os preços são considerados elevados em comparação com outras capitais do Brasil.
Segundo a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada em março, Floripa tem a terceira cesta básica mais cara do país entre as capitais. O levantamento mostra que para comprar todos os alimentos básicos na cidade é preciso desembolsar em média R$ 831,92.
Na cidade é possível encontrar supermercados maiores como Angeloni, Imperatriz e Fort Atacadista, que oferecem variedades e promoções frequentes. As feirinhas de bairro e o Mercado Municipal de Florianópolis também são boas opções para comprar frutas, verduras e pescados frescos, especialmente se você estiver disposto a garimpar preços mais em conta.
Já quando o assunto é comer fora, Floripa disponibiliza muitas opções. Como uma capital litorânea, a Ilha da Magia se destaca pela culinária à base de frutos do mar, mas também tem uma oferta diversificada de restaurantes, bares e cafés.
Florianópolis atende desde quem busca alta gastronomia até quem prefere refeições rápidas e econômicas. A cidade possui muitos estabelecimentos voltados tanto para o público local quanto para turistas, o que impacta na variação de preços durante a temporada.
Transporte em Florianópolis

Transporte público
O transporte público de Florianópolis é operado majoritariamente por ônibus, por meio do Sistema Integrado de Mobilidade que circula por todas as regiões da Ilha. No início de 2025, o valor da passagem teve um aumento, registrando a maior alta entre as capitais brasileiras. Os valores atuais, em abril, das linhas principais são:
- Pagamento em dinheiro e Qr Code: R$ 6,90
- Tarifa Social – Pagamento em dinheiro e Qr Code: R$ 5
- Cartão Cidadão: R$ 5,75
- Cartão Turista: R$ 6,75
- Cartão Vale Transporte (pago por empresas): R$ 6,75.
Apesar de ser uma opção mais econômica, o transporte público enfrenta críticas em relação a frequência, horários e limitações de cobertura, especialmente fora do eixo central e nos bairros mais afastados.
Transporte por aplicativo
Para quem depende de corridas por aplicativo (como Uber ou 99), o custo pode variar bastante conforme o horário, a distância e a demanda. Uma corrida média entre bairros centrais, como do Centro até a Trindade, custa entre R$ 15,00 e R$ 25,00. Já uma viagem mais longa, como do Centro até o Aeroporto ou até o Norte da Ilha (Ingleses, por exemplo), pode ultrapassar os R$ 60,00 em horários de pico.
Carro próprio: conveniência com alto custo
Muitos moradores optam por ter carro, principalmente pela facilidade de locomoção diante do trânsito da cidade. Mas é importante considerar os custos associados, como combustível (gasolina acima de R$ 5,50 o litro), manutenção, IPVA, seguro e estacionamento.
Em média, manter um carro em Florianópolis pode custar entre R$ 800,00 e R$ 1.500,00 por mês, dependendo do modelo e do uso. Além disso, o trânsito na capital pode ser intenso em horários de pico, especialmente em acessos entre Ilha e Continente e nas vias que ligam bairros como Itacorubi, Rio Tavares e Campeche ao Centro, além do fluxo para o Norte da Ilha.
Já pudemos perceber que Florianópolis é, sem dúvida, uma das melhores cidades do Brasil para se viver, mas seu custo de vida exige planejamento, especialmente em relação à moradia. Então, se você está pensando em morar na cidade, nada melhor do que contar com uma imobiliária de confiança para encontrar o lugar ideal para seu novo lar.
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