Realizar uma manutenção residencial com frequência no seu imóvel que está para alugar é a melhor forma de garantir que ele fique sempre bonito, agradável e aconchegante como todo lar deve ser e também para impressionar o novo inquilino que vai chegar. Além disso, é a principal e mais eficiente maneira da qual você dispõe para lidar com o mínimo de incômodos possíveis que possam tirar o seu sono e ser fonte de muitos gastos e dores de cabeça. Por essa razão, reunimos sete dicas sobre o assunto para ajudar nessa tarefa e facilitar a conservação do seu patrimônio. Acompanhe!

1. Limpe regularmente os espaços com rejunte

Presente principalmente em áreas molhadas, como banheiros, lavanderias e cozinhas — por conta de azulejos, pastilhas e ladrilhos hidráulicos —, o rejunte pode se tornar um grande inimigo do visual da casa.

O motivo disso é que, quando descuidado, ele causa má impressão — parece que o ambiente está sujo —, o que, na maioria das vezes, não é verdade. Por isso, ambientes como esses devem estar na sua manutenção residencial para assegurar que as pessoas que vão visitar o seu imóvel na hora de alugar não tenham uma imagem negativa do local.

Limpe regularmente espaços que possuem rejunte com uma pequena escova e um abrasivo — desde que esse não afete as peças ao redor, é claro.

2. Elimine o mofo dos cômodos

Seja por infiltrações nas paredes ou umidade presente nos cômodos, em especial no interior de móveis (armários e guarda-roupas), não é difícil encontrar imóveis que lidam com o mofo e com os problemas que ele causa, como odor característico e doenças respiratórias (asma, rinite etc.).

Saiba, no entanto, que você pode se livrar dele sem grandes dificuldades. Basta garantir a correta circulação de ar nos ambientes, permitir — quando possível — a entrada da luz solar no lugar e aplicar sobre as áreas com bolor uma mistura caseira de 250 ml de vinagre branco e uma colher de bicarbonato de sódio.

3. Escolha a tinta adequada para cada área

Outra dica importante diz respeito à pintura das paredes. Afinal, ela influencia (e muito) na percepção que temos sobre a conservação e o estado do imóvel.

Antes de pintar seu imóvel, lembre-se de escolher o tipo adequado de tinta para cada área, de modo a evitar desbotamentos precoces, manchas e outros problemas que façam com que você tenha que dar novas demãos nas superfícies em menores intervalos de tempo.

Para ambientes externos, como varandas e fachadas, é indicado o uso de versões acrílicas resistentes aos raios solares e impermeáveis. Já para o interior do lar, as ideais são as de látex, que são fáceis de limpar e possuem odor mínimo.

4. Caixa de gordura

A manutenção da caixa de gordura tem o intuito de evitar entupimentos e até transbordamentos.

O sifão armazena a gordura e a deixa retida na superfície da caixa, impedindo que siga pela tubulação. Mas para garantir a estanqueidade do sistema, é preciso realizar a limpeza duas vezes ao ano.

Basta levantar a tampa da caixa de gordura, remover a crosta e descartá-la, adequadamente, no lixo orgânico.

5. Telhado

Remova folhas e sujeiras do telhado, desde que com muito cuidado e uso de uma boa escada, para prevenir quedas. Por isso, evite subir com a cobertura molhada ou mesmo úmida. Se preferir, contrate um serviço especializado.

O procedimento pode ser realizado, em média, a cada três meses, evitando infiltrações, mofo e até goteiras na laje. Se houver muitas árvores no entorno da casa, esse intervalo precisa ser reduzido.

Aproveite para checar se não há nenhuma telha quebrada ou deslocada, o que também leva à incidência de infiltrações.

Veja como estão as calhas, se em bom funcionamento, elas evitam muita dor de cabeça ao proprietário e aos futuros inquilinos.

6. Caixa d’água

A limpeza da caixa-d’água talvez seja a manutenção preventiva mais praticada, pois tem relação direta com a saúde da família presente no local. Reserve um dia a cada seis meses para dar conta da empreitada.

Para realizá-la, são necessários materiais como panos limpos, esponjas, água sanitária, vassoura ou escovão, pá e baldes. Nada muito caro.

Com o registro de entrada e saída fechado, remova a tampa e esvazie a caixa-d’água, deixando-a com cerca de um palmo de água. Antes de começar, coloque panos nas saídas dos canos, para evitar que entupam com a sujeira.

Esfregue as paredes e o fundo apenas com uma esponja (sem usar sabão ou quaisquer produtos químicos). Recolha a sujeira com ajuda de alguns panos e uma pá.

Abra o registro e deixe encher até 60 cm. Adicione um litro de água sanitária para cada mil litros de capacidade e aguarde agir por três horas. A cada meia hora, use um pano para molhar as paredes com a solução em repouso.

Após este intervalo, remova os panos que estavam tapando os canos, abra todas as torneiras da casa e dê descargas, para desinfetar a tubulação por completo.

Depois, encha a caixa com um mais pouco de água e limpe suas paredes internas, para remover qualquer vestígio de água sanitária. Esvazie novamente.

Por fim, feche a tampa, abra o registro e encha por completo. Antes de usar a água, deixe escorrer por alguns minutos para eliminar o odor deixado pela água sanitária. Se preferir, há empresas especializadas no serviço.

7. Faça uma manutenção residencial preventiva

Por fim, não deixe de fazer uma manutenção preventiva nas instalações elétricas e nos encanamentos. Esse é um passo indispensável para garantir que não ocorram:

  •     sobrecargas ou curtos que danifiquem os seus aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos;
  •     a queima de lâmpadas e o escape de eletricidade em tomadas que provoquem pequenos e médios choques em quem usá-las;
  •     o vazamento e o desperdício de água;
  • infiltrações nas paredes — responsáveis pelo aparecimento de mofo na residência.

Gostou das nossas dicas de manutenção residencial? Coloque em prática, conserve seu imóvel e valorize seu patrimônio cada vez mais.

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