Encontrar o imóvel ideal para se alugar não é uma tarefa fácil. A localização, o comércio nas redondezas e a proximidade da praia são alguns fatores que determinam a escolha de muitas pessoas.

Nessas horas, é importante lembrar também dos custos que uma mudança pode adicionar ao seu planejamento financeiro. Esquecer-se desses fatores pode ser prejudicar muito seu orçamento na futura residência.

Para não cometer esse erro, continue com sua leitura e descubra quais custos do aluguel você deve levar em conta antes de tomar uma decisão.

Reajustes: aumento anual de custos do aluguel

Ao assinar o contrato de aluguel, é preciso ficar atento às cláusulas existentes, para não ser pego de surpresa no futuro.

Infelizmente, algumas pessoas não se importam com esse assunto e acabam esquecendo dos reajustes no valor do aluguel. Essa alteração de valor acontece, geralmente, de forma anual, de acordo com índices econômicos como:

  • o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo);
  • o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado);
  • o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

O fator de reajuste vai estar determinado no contrato. Como consequência, ao fim do período determinado em contrato, esse aumento pode ser maior do que você esperava.

Por isso, quando for fechar sua negociação, tenha em mente de quanto será esse aumento e entenda como o seu reajuste é calculado.

Seguro aluguel: substituição do fiador

O seguro aluguel, ou seguro de fiança locatícia, é uma ferramenta criada para substituir um fiador e garantir ao proprietário o recebimento do valor do aluguel. Em outras palavras, caso ocorra algum atraso no pagamento mensal pelo locatário, a seguradora fica responsável por ressarcir o locador.

Esse tipo de serviço pode ser contratado para o aluguel de imóveis localizados em centros urbanos — tanto para fins comerciais como residenciais — e pode agilizar todo o processo.

Porém, é preciso ficar atento, pois, os valores cobrados pelas empresas de seguro podem ser elevados. Dessa forma, pense muito bem antes de fazer a sua escolha.

Seguro incêndio: despesa prevista em lei

Segundo a Lei do Inquilinato, o pagamento do seguro incêndio depende da negociação entre as partes interessadas, já que essa despesa pode ser repassada ao locatário. Na maioria dos casos, o seguro equivale a 25% ou 30% sobre o preço do aluguel.

Além disso, ele deve ser pago em uma única parcela e só assegura a estrutura do imóvel; bens materiais e tudo que esteja em seu interior não entram na indenização.

Gastos de mudança: móveis novos e transporte

Quando se aluga uma residência, é necessário transportar móveis antigos ou comprar um novo mobiliário. De nada adianta alugar a propriedade dos seus sonhos se a sua mobília não é o suficiente para proporcionar conforto e comodidade, não é mesmo?

Para não cometer esse erro, analise a área a ser ocupada e descubra qual é a melhor maneira de mobiliá-la. Lembre-se também de pesquisar por transportadoras que prestem um serviço de qualidade e tenham cuidado com seus objetivos e móveis, sempre levando em consideração o cumprimento dos prazos estipulados.

IPTU e condomínio: acréscimos mensais ao aluguel

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deve ser pago por quem mora no imóvel, por isso, seu pagamento é responsabilidade de quem está alugando. O valor referente ao condomínio também segue essa mesma lógica, e é preciso conhecer ambas as quantias antes de assinar qualquer tipo de contrato.

Com a leitura do nosso post de hoje, você aprendeu um pouco mais sobre os custos do aluguel e está preparado para fazer uma escolha adequada às suas necessidades financeiras e pessoais.

Você estava se lembrando de todos os custos do aluguel listados acima? Conta para a gente no espaço abaixo!